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Sobrevivencia da agricultura na incerteza do T-MEC

Sobrevivencia da agricultura na incerteza do T-MEC

Uma revisão necessária

A revisão do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) acende luzes sobre o cenário atual da agricultura na região. A incerteza em torno das negociações internacionais pode afetar investimentos, cadeias de fornecimento e a segurança alimentar de América do Norte.

A preocupação não é nova. Desde 2005, o intercâmbio comercial entre os países se triplicou até atingir R$ 285 bilhões em 2023. O Tratado agrega valor à competitividade e segurança alimentar da região, facilitando o fluxo de alimentos, insumos e produtos agroindustriais ao longo de América do Norte.

Com a incerteza reinante, a eliminação de aranceis, cotas e obstáculos regulatorios é fundamental. A segurança alimentar da região depende da certeza desses termos, como destacou o CNA. A agroindústria enfrenta desafios como custos de produção em alta, fenômenos climáticos extremos, volatilidade dos mercados e um entorno geopolítico incerto.

A redução desses riscos é crucial para a sobrevivência da agricultura na região. As disposições sobre obstáculos técnicos ao comércio do T-MEC permitem regras mais transparentes, baseadas em critérios científicos, fortalecendo a saúde animal e vegetal e reduzindo custos para consumidores e empresas.

É fundamental preservar o caráter trilateral do acordo comercial. A incerteza pode prejudicar as cadeias de fornecimento e a segurança alimentar da região. É hora de renovar e fortalecer o T-MEC, considerando que foi um elemento central para a competitividade e a segurança alimentar da região.

A preocupação surge em um contexto complexo, com custos de produção em alta, fenômenos climáticos extremos e volatilidade nos mercados. O T-MEC funciona como um mecanismo para reduzir riscos e resolver disputas comerciais. A preservação dos termos do tratado é fundamental para a sobrevivência da agricultura na região.

O T-MEC articula um dos blocos comerciais mais grandes do mundo, com 500 milhões de pessoas, um PIB conjunto de R$ 30 trilhões e um comércio total de R$ 1,7 trilhões. As organizações agroalimentares defendem a preservação dos termos do tratado comercial.

É hora de renovar e fortalecer o T-MEC para garantir a competitividade e segurança alimentar da região. A incerteza em torno das negociações internacionais pode prejudicar as cadeias de fornecimento e a segurança alimentar da região.

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