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FPA pretende promover encontros com candidatos à Presidência após convenções partidárias

FPA pretende promover encontros com candidatos à Presidência após convenções partidárias

A FPA e o apoio ao agronegócio

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) é uma entidade fundamental para as campanhas eleitorais, especialmente no que diz respeito à agricultura e pecuária. Com cerca de 343 parlamentares, a FPA busca fortalecer os laços entre o agronegócio e os políticos, visando obter apoio aos interesses do setor.

O presidente da bancada, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a frente deve repetir a estratégia adotada em eleições anteriores e receber presidenciáveis para discutir propostas voltadas ao agronegócio. 'Não tem prazo [para fazer o convite], mas toda eleição a gente faz [rodadas de conversas]. Toda eleição a gente chama todos aqui, ouve todos. Vamos fazer do mesmo jeito', disse Lupion.

A FPA não apenas busca aprovar projetos e propostas que atendam aos interesses do agronegócio como também tem o objetivo de exercer influência política. Com uma pauta clara, a entidade busca apresentar suas ideias e reivindicações aos presidenciáveis.

Aproximação com candidatos à Presidência

Os encontros com candidatos à Presidência da República são considerados essenciais para o sucesso das campanhas. Lupion afirmou que a aproximação deve ocorrer apenas com nomes da direita, reforçando a importância do apoio ao agronegócio.

'Não vai ter convite. É a mesma coisa que convidar um dos nossos lá para a bancada dele [presidente Lula], não dá', disse Lupion. Os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além do senador Flávio Bolsonaro, são alguns nomes que já estiveram na FPA e disputam espaço no eleitorado do agro.

A escolha do sucessor

A transição no comando da FPA também está no horizonte. Lupion está em seu quarto mandato como deputado e confirmou que vai disputar a reeleição à Câmara em 2026. Na presidência da bancada, foi o primeiro na história a ser reeleito — o estatuto chegou a ser alterado para permitir o feito.

Uma nova mudança para uma terceira gestão, porém, está descartada. A escolha do sucessor deve seguir o padrão histórico da entidade: decisão por consenso, sem disputa aberta. Um dos nomes que desponta nos bastidores é do deputado Zé Vitor (PL-MG), que é coordenador político na Câmara.

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